Ainda chamo teu nome sem querer.
Ainda sinto teu cheiro nos lugares.
Ainda te busco no vento, nos mares.
Ainda sinto a dor da saudade corroer.
Ainda te sinto nas músicas que ouço.
Ainda te escrevo em cada poesia
E em cada verso morosa agonia,
Razão sem lógica, mero esboço.
Que brincadeira vil do destino,
Separar dois corações pertencentes,
Que seguem peregrinos e dormentes,
Cegos tateando sem norte, sem tino.
Queira o acaso nos unir nesse baile finito.
Queira a intuição nos guiar nesse encontro.
Direi teu nome por querer no reencontro.
Dois corações, um só amor, o velho rito.


O amor deixa sempre marcas que nem sempre se conseguem ultrapassar.
ResponderExcluirAbraço poético.
Juvenal Nunes