Apesar de ter separado este ano para ser um ano sabático que
definiria os caminhos futuros do blog. Voltei. Voltei porque forças externas e
pandemias me trouxeram até aqui e a imensa necessidade de me manter sã, de pôr
para fora algumas angústias, alguns pensamentos solitários.
Muitos medos são os medos durante esse período de
incertezas. Somos apenas um grãozinho de areia do universo e ainda assim
sentimos tão profundamente que nem nos cabe. Então voltei, para transbordar. E
escrever do que penso e sinto sobre os “trem”do mundo e do meu coração.
Sei que a internet mudou muito, muitas das pessoas que me
seguiam não acompanham mais, alguns se perderam graças a mudança de endereço do
blog. Tudo bem... Acho que esse novo
capitulo estou escrevendo mesmo para a Juliana do futuro e para a Juliana do
presente. Ou se eu não estiver mais aqui no futuro deixo para aqueles que me
amam e por ventura quiserem conhecer melhor como era minha alma hoje.
Já adianto: Essa é uma alma solitária e controversa. Mas
muito intensa e que tem um propósito do bem, ainda que porventura tenha
cometido erros na vida.
E como diria algumas das pessoas que nunca deram valor a
minha fala: Que comece o blábláblá.


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