Para quem escrevo meus textos




Hoje me perguntaram para quem escrevo meus textos. Esse emaranhado de palavras confusas, às vezes mal redigidas, mas sempre impregnadas de muito sentimento. De muita verdade. Seria muito tolo dizer que todos os textos que escrevi foram para mim? Que ao lançar ao ar minha subjetividade, mesmo nas vezes que escrevi para outra pessoa ou em homenagem a alguém, na verdade eu estava fazendo um bem para meu coração?
Também seria errado eu dizer que escrevo para todos ou qualquer um? Que as palavras aqui contidas, às vezes conselheiras, noutras tristes é para aqueles que possam compreender e sentir? A palavra é remédio e balsamo, também é arma e espada. E as minhas eu deixo aqui para quem de passagem quiser tomar um refresco. Em algumas ocasiões o leitor também quer deixar sua marca. E eu bebo de suas palavras. É mágico quando acontece.

0 comentários:

Postar um comentário

Me conta tua impressão sobre o que leu, que eu te conto o que tua impressão me causou.

Posts Relacionados