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Resenha: A escolha


Título: A Escolha- The Selection - Livro 03
Autora: Kiera Cass
Páginas: 352
Editora: Seguinte
Avaliação: 5 estrelas + Favorito
A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante... Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois da última página é virada.

Essa trilogia me pegou de jeito. Amei cada minuto e li como se não houvesse amanhã. Foi doce, empolgante e envolvente. Recapitulando, só um pouquinho: Em “A seleção”, primeiro livro da série, América é abandonada pelo seu primeiro amor, Aspen, e entra em uma espécie de competição pelo coração do príncipe Maxon. Em A Elite continua a saga de América, suas descobertas sobre como a estrutura politica do seu país e sobre si mesma, sua luta por um mundo mais justo e sem separação por castas e números, seu triângulo amoroso e esses dois rapazes interessantes. E finalmente em “A escolha” podemos saber o desfecho desse enredo.
Não será perfeito, não o tempo todo. Isto Não é um felizes para sempre. É muito mais que isso" (pag 346) 
Confesso a vocês que estava ansiosa. Tanto. Mas tanto, que assim que o livro foi liberado pra venda eu comprei. E li rapidinho. Mas só agora pude escrever essa resenha. E agora vou compartilhar com vocês as minhas impressões.
Eu vinha de um desamor pela América que nem tem nome. A indecisão dela me dava nos nervos. Diferentemente das pessoas que se irritaram ou se decepcionaram com o Maxon em “A Elite”, foi com a América que eu fiquei pé da vida! Eu entendia o príncipe, se aquela era a chance dele de encontrar a companheira pra vida, ele tinha que tentar! Mas a indecisão infinita da protagonista me dava vontade de bater muitoooo nela (me juguem!).
"Era incapaz de apontar precisamente o motivo de tanta certeza, mas soube na hora, com a mesma certeza com que sabia meu nome ou a cor do céu ou qualquer coisa escrita em um livro.Será que ele também sentia isso?" ( pag.95)
Então, finalmente no ultimo livro da série ela toma uma decisão. E decide mesmo lutar por ela. Louco isso, afinal que tinha que escolher "oficialmente" era o Maxon e as garotas da Elite tavam lutando MESMO por ele. Isso em meio as rebeliões. Tanto os rebeldes do sul, quanto os do norte estão mais inquietos. E os ataques aumentam no reino e no castelo. América já sabe como o fundamento politico das castas surgiu, tudo muito torto e errado. E se tem uma coisa que América não atura é injustiças.
Há características que eu realmente amo nessa personagem: a obstinação, o senso de dever, a bondade. Adoro isso nela. De verdade! Mesmo quando ela faz coisas impensadas, é com muita paixão e amor. Um tipo de paixão que todo mundo devia carregar na vida. A cena dela tentando seduzir seu escolhido é hilária, não foi só ele quem riu. Eu também ri muito.
O Aspen por mais fofo que seja, gentil, obstinado e protetor, possui uma personalidade pesada. Ter crescido em uma casta inferior com tantas dificuldades, pesou para ele. Ele é defensivo. E até um pouco amargo. A mudança de atitude dele no fim do livro me pareceu um tanto apressada. Esperava por algo assim, mas não como foi.
Quanto ao Maxon eu nunca escondi que era o meu favorito. Vejo nele um potencial incrível, sedutor, cavalheiro, observador, gentil, ponderado e ele quer a América. Isso sempre esteve claro pra mim.
"É difícil saber tudo sobre as pessoas próximas, mesmo aquelas que você mais ama." (pag 253)
Também sentirei saudades do rei tirano, da rainha benevolente, das criadas amigas. Celeste e sua mudança! Amei a mudança dela, me deu fé, me passou uma coisa boa, sabe? Do tipo, todo mundo pode melhorar. Fui surpreendida algumas vezes por algumas personagens e isso foi bom.
Para mim a escrita da Kiera é fluída e viciante. Contudo, não posso deixar de mencionar que fiquei um pouco decepcionada com o desenrolar de alguns acontecimentos. Falando sem soltar spoilers, queria saber mais sobre os rebeldes, o desenvolvimento das castas, o que aconteceu com algumas participantes da Seleção. Saber bem mais sobre o pai da América e seu papel em todo esse desenrolar.
Algumas mortes não foram só tristes, foram cruéis. A Kiera tava em uma tpm braba e assassina tava inspiradíssima. Sentirei falta de uns tantos, de outros nem tanto rs. Alguns desfechos pareceram errados, como o de Anne, até mesmo Celeste. Mas sei que no fim vou sentir falta mesmo é do Maxon. Realmente peguei um amorzinho (zão) por ele. (Maxon, tô bem aqui pra você, me liga!!!)
"Você não é o mundo, mas é tudo o que torna o mundo bom. Sem você, minha vida ainda existiria, mas só." (pag 310)
Eu gostei demais do livro apesar desses deslizes que mencionei. Muito mesmo. Ri, chorei, torci, queria ler bem rápido, queria ler devagarzinho pra não acabar nunca... Talvez a Kiera faça um livro sobre os rebeldes e aí tudo vai ter uma liga. Ou um livro sobre como tudo ficou depois... Seria ótimo.
Lembro que quando acabei fiquei com aquela sensação que a gente sente quando ler um livro muito bom. É a mesma que sentimos quando vamos ao cinema e o filme é bom pra caramba. Saímos com um mundo inteiro por dentro e ao mesmo tempo um vazio. Queremos compartilhar, queremos mais. É isso...
Quando acabou quis mais. Mas estava terminado.
"Não importa o que você pensa do seu caráter. Só importa o que você faz com ele." (pag.55)

Recomendo toda a série, leia, leiam logo. Porque é linda demais! *---------* 

Resenha- A Elite



 

SINOPSE:
A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.
America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.


Em “A Seleção” America estava com o coração despedaçado por ter perdido seu primeiro amor. Ela resolveu participar da disputa, 1º porque estava destruída e 2º porque ajudaria sua família. Se ela realmente queria ser rainha? Se ela pensava em casar com o príncipe Maxon? Não! Isso estava longe dos sonhos e desejos de America, mas ao longo do livro vimos que as coisas mudaram e que talvez, talvez, houvesse uma esperança para o príncipe ganhar seu coração.
Nesse segundo livro continuamos acompanhando essa espécie de reality narrado em 1ª pessoa pela protagonista. Agora com 6 garotas na disputa, bem mais acirrada. Conhecemos mais dos outros personagens e mais uma vez nos encontramos com America na maior aventura de sua vida. Descobrir o que ela quer da vida! Não é isso que todos nós queremos? Saber quem nós somos e aonde queremos chegar? Acho que “A Elite” trata-se mais que tudo disso. Dessa busca por respostas.

Resenha: A seleção

A Seleção
Autora: Kiera Cass
Edição: 1
Editora: Seguinte
Ano: 2012
Páginas: 368

Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

Entrei no mundo das distopias! (Finalmente 0/)e o meu primeiro livro distópico foi A Seleção da Kiera Cass, o número um de sua trilogia. Eu não sei se é impressão minha, porque é minha primeira experiência com esse tipo de livro, mas honestamente? Pra mim tem mais romance aqui do que qualquer outra coisa. Se eu achei ruim? Lógico que não! Ora, pois, se eu sou viciada em romances! 
Vou começar contando um pouquinho do enredo pra situar vocês, mas sem spoilers, não se preocupem ;)
A estória se passa depois da 4ºGuerra Mundial (Deus nos livre!), os Estados Unidos foi invadido e quase destruído pelos chineses. No entanto, o povo consegue reaver o país, mas para a restruturação é preciso que as pessoas com mais posses doem dinheiro para a reconstrução. Assim surge uma nova estrutura de governo, regida por uma monarquia e severamente dividida em castas. Sendo a realeza a casta UM e aqueles que mais doaram dinheiro para a reconstrução são das castas dois e três, seguidos das demais castas numeradas ordinalmente.